Indicamos a guia brasileira Graça, da Bélgica GLN Turismo, para quem quer conhecer Luxemburgo com explicações em português: a Cidade Velha patrimônio da UNESCO, as casamatas do Bock, o bairro do Grund, os castelos do norte e os vinhedos do Vale do Mosela.
A Graça é a mesma guia brasileira que indicamos em Bruxelas. Ela está à frente da Bélgica GLN Turismo e recebe brasileiros que querem descobrir a região com alguém que fala a mesma língua, entende o ritmo do viajante brasileiro e conhece cada detalhe do Benelux.
Luxemburgo é pequeno no mapa, mas cheio de camadas: mil anos de história, fortificações escavadas na rocha, palácios, vales verdes e uma das capitais mais ricas e multiculturais da Europa. Com a Graça, o passeio ganha contexto, boas histórias e um roteiro pensado para aproveitar bem o tempo, seja num bate-volta a partir da Bélgica, seja numa estadia mais longa no país.
Vai passar também pela capital belga? Veja a página da Guia Brasileira em Bruxelas e monte um roteiro completo com a mesma guia.
O Grão-Ducado de Luxemburgo fica entre Bélgica, França e Alemanha. A capital, Cidade de Luxemburgo, concentra a maior parte das atrações, e o restante do país está a menos de uma hora de estrada.
Luxemburguês, francês e alemão são oficiais; inglês é muito falado. Com a Graça, tudo é explicado em português.
Euro. Cartão é aceito em praticamente todos os lugares.
Ônibus, trens e bondes são gratuitos em todo o país na segunda classe, inclusive para turistas.
Cerca de 3 horas de trem ou de carro, o que permite combinar os dois países na mesma viagem.
A Cidade Velha e as antigas fortificações de Luxemburgo são Patrimônio Mundial da UNESCO. Estes são os pontos que costumam fazer parte de um passeio pela capital.

Chamado de "o balcão mais bonito da Europa", este passeio sobre as antigas muralhas acompanha a borda do penhasco e mostra de cima o vale do rio Alzette, o bairro do Grund e as casas de telhado de ardósia.
É o melhor ponto para entender como Luxemburgo foi construída: uma cidade alta, protegida pela rocha, e bairros baixos à beira do rio. A guia mostra onde ficavam os portões, as torres e os caminhos usados pelos soldados.

Sobre o rochedo do Bock nasceu a cidade, em torno do castelo fundado no século X. Dentro dele foram escavados quilômetros de túneis e galerias, as casamatas, que abrigavam soldados, cavalos, cozinhas e oficinas, e que serviram de abrigo para a população durante as guerras do século XX.
Foi por causa dessas fortificações que Luxemburgo ficou conhecida como a "Gibraltar do Norte". Caminhar pelas galerias e olhar o vale pelas antigas seteiras é uma das experiências mais marcantes da viagem.

Lá embaixo, à beira do rio Alzette, o Grund é o bairro mais charmoso da cidade: casas coloridas refletidas na água, pontes de pedra, ruelas e pubs instalados em construções antigas.
Dá para descer a pé pelas escadarias ou usar o elevador público que liga a cidade alta ao vale. É um ótimo lugar para uma pausa, tomar um café e observar as muralhas de baixo para cima.

A antiga abadia beneditina de Neumünster, no coração do Grund, já foi também prisão e hoje é um centro cultural com exposições, concertos e um café com vista para o rio.
Ao redor, hortas, jardins e caminhos de pedra acompanham o Alzette, com as muralhas e as torres da catedral ao fundo. É um dos cenários mais fotografados de Luxemburgo, ainda mais bonito na primavera, quando as árvores florescem.

Residência oficial de trabalho do Grão-Duque, o palácio tem fachada renascentista ricamente decorada e guardas em frente à porta. Ao lado fica a Câmara dos Deputados, e o conjunto ajuda a entender um detalhe curioso: Luxemburgo é o único grão-ducado soberano do mundo.
A guia conta a história da família grão-ducal, da independência do país e de como uma nação tão pequena se tornou sede de instituições europeias.

Construída pelos jesuítas no início do século XVII e elevada a catedral no século XIX, Notre-Dame mistura o gótico tardio com elementos renascentistas. Suas três torres pontudas marcam o horizonte da cidade.
Na cripta fica o túmulo de João, o Cego, conde de Luxemburgo e rei da Boêmia, além dos jazigos da família grão-ducal. Por dentro, os vitrais e a imagem de Nossa Senhora Consoladora dos Aflitos, padroeira do país, merecem atenção.


A Place Guillaume II, que os moradores chamam de "Knuedler", é a grande praça da cidade alta, com a estátua equestre do rei Guilherme II e a Prefeitura ao fundo. Em dias de feira, enche-se de barracas de flores, queijos e produtos locais.
Pertinho dali, a Place d'Armes é a "sala de estar" de Luxemburgo, com cafés, coreto e o Palais Municipal. Entre as duas praças ficam as principais ruas de compras e restaurantes da capital.

Inaugurada no início do século XX, a Ponte Adolphe cruza o vale da Pétrusse com um grande arco de pedra que, na época, era um dos maiores do mundo. Por baixo do tabuleiro foi instalada uma passarela suspensa para pedestres e ciclistas, com vista para o vale.
Do mirante ao lado se vê a ponte, o prédio do antigo Banco do Estado, com sua torre, e o parque da Pétrusse, onde é delicioso caminhar entre jardins e muralhas.

Do outro lado da Ponte Grã-Duquesa Charlotte, a ponte vermelha, fica o planalto de Kirchberg, bairro moderno com instituições europeias, a Filarmônica e o MUDAM, o museu de arte moderna projetado por I. M. Pei, o mesmo arquiteto da pirâmide do Louvre.
O museu foi construído sobre as ruínas do Forte Thüngen, cujas três torres, chamadas de "Três Bolotas", abrigam um museu sobre a história da fortaleza. É o contraste perfeito entre a Luxemburgo medieval e a Luxemburgo do século XXI.
Em menos de uma hora de estrada a paisagem muda completamente: castelos sobre colinas, florestas com formações de pedra e encostas cobertas de vinhedos. A Graça indica os melhores roteiros para quem tem um dia extra no país.

No alto de uma colina sobre o rio Our, o Castelo de Vianden é um dos maiores castelos medievais da região e foi totalmente restaurado. Por dentro, salões, capela e cozinha mostram como vivia a nobreza da época.
A cidadezinha embaixo é encantadora, com casas de pedra e a casa onde viveu Victor Hugo, hoje museu. Um teleférico leva a um mirante com vista para o castelo e o vale.

A região de Mullerthal é famosa por suas florestas, riachos de água cristalina e paredões de arenito cobertos de musgo, cortados por desfiladeiros estreitos.
O cartão-postal é a cascata Schiessentümpel, com sua pontezinha de pedra. Trilhas curtas e bem sinalizadas permitem conhecer o lugar mesmo sem experiência em caminhadas.

Às margens do rio Mosela, na fronteira com a Alemanha, vinhedos em encostas produzem os brancos de Luxemburgo, como Riesling, Pinot Gris e Auxerrois, e o espumante Crémant de Luxembourg.
O passeio inclui vilarejos vinícolas, degustação em adegas e uma parada em Schengen, a vila que deu nome ao acordo que acabou com o controle de fronteiras entre vários países europeus.

O norte do país faz parte das Ardenas, região de colinas, florestas e rios sinuosos. Pequenos vilarejos aparecem encaixados nos vales, muitos deles com castelos, igrejas antigas e restaurantes de comida regional.
É um roteiro ideal para quem gosta de paisagens e de dirigir sem pressa, e pode ser combinado com Vianden no mesmo dia.
Com mais dias, vale dedicar um dia ao norte (Vianden e Ardenas) ou a Mullerthal e outro ao Vale do Mosela. O roteiro é ajustado ao seu ritmo, à época do ano e a quem está viajando.
Explicações claras sobre história, política e curiosidades, sem barreira de idioma em um país que fala três línguas.
A cidade tem muitos desníveis entre a parte alta e os vales. A guia conhece os atalhos, elevadores e a melhor ordem das visitas.
Como a Graça também atende Bruxelas, dá para planejar os dois países com a mesma pessoa, do começo ao fim da viagem.
Sim. Indicamos a Graça, da Bélgica GLN Turismo, guia brasileira que atende em Bruxelas e também faz passeios em Luxemburgo, com atendimento em português.
A capital pode ser vista em um dia bem planejado. Para incluir castelos, Mullerthal ou o Vale do Mosela, o ideal é reservar dois ou três dias.
Sim. A viagem leva cerca de 3 horas de trem ou de carro, o que torna o bate-volta possível, embora um pernoite deixe o passeio mais tranquilo.
Não. Ônibus, trens e bondes são gratuitos em todo o país na segunda classe, inclusive para turistas.
Da primavera ao início do outono os dias são mais longos e as casamatas e o palácio costumam abrir. No inverno, os mercados de Natal deixam a cidade especialmente bonita.
Pelo botão de WhatsApp desta página você fala diretamente com a Graça, informa datas e interesses e recebe uma proposta de roteiro.
Fale com a Graça, conte quantos dias você terá no país e receba um roteiro sob medida pela capital, castelos, vales e vinhedos. Se a viagem incluir a Bélgica, peça também o roteiro de Bruxelas.