A Mesquita Hassan II sobre o Atlântico, a arquitetura art déco, o bairro Habous, a Corniche e as feiras de negócios com quem fala a sua língua. O Seu Guia Brasileiro indica guias que falam português, intérpretes para feiras e congressos e transfer com motorista em Casablanca.
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Casablanca é a capital econômica do Marrocos, a maior cidade do país e a principal porta de entrada de quem chega de avião. Por aqui se fala árabe, darija (o árabe marroquino) e francês, e as atrações ficam espalhadas por bairros distantes entre si. Um guia que fala português organiza o roteiro, explica a história de cada lugar e resolve o deslocamento, o idioma e as negociações.
Os pontos que todo roteiro por Casablanca deve incluir. Com motorista e guia, dá para ver o essencial da cidade em um dia bem aproveitado, ou em dois dias com calma.

O cartão-postal de Casablanca. Inaugurada em 1993, foi construída em parte sobre o Oceano Atlântico e tem um minarete de cerca de 210 metros, um dos mais altos do mundo. O salão de orações recebe 25 mil fiéis e a esplanada, outros 80 mil. É uma das poucas mesquitas do Marrocos abertas a não muçulmanos, em visitas guiadas.
Dica: visite por dentro no horário das visitas guiadas e volte no fim da tarde para ver o sol se pôr atrás do minarete.

O coração administrativo da cidade, cercado por prédios dos anos 1920 e 1930 em estilo neomourisco: a Wilaya, com sua torre do relógio, o Palácio da Justiça, o Banco Al-Maghrib e os Correios. No centro, a grande fonte reúne famílias e pombos durante o dia e ganha luzes ao anoitecer.
Dica: combine com uma caminhada pelo Boulevard Mohammed V, cheio de fachadas art déco.

Erguida a partir de 1930, mistura o art déco com detalhes inspirados na arquitetura marroquina, como as torres que lembram minaretes e os vitrais rendados. Deixou de funcionar como igreja e hoje é usada como espaço cultural, com exposições e eventos.
Dica: fica ao lado do Parque da Liga Árabe, então dá para ver os dois no mesmo passeio.

Um dos maiores parques de Casablanca, desenhado no início do século XX. As longas alamedas de palmeiras, os gramados e os cafés fazem dele o lugar preferido dos moradores para caminhar e descansar do trânsito da cidade.
Dica: vá de manhã cedo, quando a luz atravessa as palmeiras e o parque ainda está vazio.

As torres gêmeas do Twin Center, com cerca de 115 metros, marcam a Casablanca moderna. Na base fica um shopping, e em volta o bairro Maarif reúne lojas, cafés e restaurantes. Para compras maiores, o Morocco Mall, na Corniche, é um dos maiores shoppings da África.
Dica: é uma boa área para jantar depois de um dia de feira ou reuniões.
Mais de dez mil artesãos marroquinos trabalharam na obra, com mármore, cedro do Atlas entalhado, estuque esculpido e mosaicos de zellige. O teto do salão principal se abre, e parte do piso é de vidro, com vista para o mar.

A mesquita avança sobre o Atlântico.

O minarete na luz dourada do fim de tarde.

Arcos de estuque e teto de cedro no interior.
Não muçulmanos entram só nas visitas guiadas, oferecidas em vários idiomas ao longo do dia, fora dos horários de oração.
Ombros e joelhos cobertos. Mulheres podem levar um lenço para o cabelo. Os sapatos são retirados na entrada.
É o dia da oração principal e a programação de visitas muda. O guia confirma os horários antes de você ir.
A área externa e as arcadas podem ser visitadas a qualquer hora, sem ingresso, com vista para o mar.
No começo do século XX, Casablanca virou um laboratório de arquitetura. O centro guarda uma das maiores coleções de prédios art déco do mundo, misturados a edifícios públicos que unem o traçado europeu aos azulejos, telhados verdes e arcos marroquinos.

Palácio da Justiça, na Praça Mohammed V.

O letreiro WeCasablanca, parada certa para fotos.
A avenida mais elegante dos anos 1930, com fachadas art déco, galerias e o Mercado Central.
Peixes, frutos do mar, flores e azeitonas. Ao redor, restaurantes simples servem o peixe na hora.
As telhas verdes vidradas são marca dos prédios oficiais e religiosos do Marrocos.
Manhã cedo ou fim de tarde, com luz suave e calçadas menos cheias.
O bairro Habous, também chamado de Nova Medina, foi construído nos anos 1920 e 1930 no estilo das medinas antigas, com portais entalhados, arcadas e souks organizados. É o melhor lugar de Casablanca para comprar artesanato com calma. Já a Antiga Medina, perto do porto, é o núcleo mais velho da cidade, com vielas, muralhas e o bastião da Skala.

Portal entalhado no bairro Habous.

Ervas, chás e especiarias nos souks do Habous.
Especiarias, chá de menta, azeitonas, óleo de argan, babouches, cerâmica, luminárias e doces marroquinos.
Faz parte da cultura. O guia ajuda a negociar com educação e a reconhecer produto de qualidade.
Na muralha da Antiga Medina, recria o bar do filme Casablanca (1942), que na verdade foi rodado em Hollywood.
Nos souks, quase tudo é pago em dirham. Cartão só em lojas maiores, hotéis e restaurantes.
A Corniche é a orla de Casablanca: um longo calçadão à beira-mar com praias, clubes de praia, cafés, restaurantes de frutos do mar e hotéis. No fim da tarde, moradores lotam a areia para caminhar, andar a cavalo e ver o sol se pôr no oceano.
No caminho entre a Mesquita Hassan II e a Corniche fica o Farol de El Hank, com cerca de 50 metros, iluminado ao anoitecer. Mais adiante, o santuário de Sidi Abderrahman ocupa uma pequena ilha rochosa que só pode ser alcançada na maré baixa.

Casablanca é um ótimo ponto de partida. Trem rápido, estradas boas e distâncias curtas permitem conhecer duas cidades Patrimônio Mundial da UNESCO em um dia.

A cerca de 90 km, uma hora de trem. O passeio inclui a Torre Hassan, minarete do século XII de uma mesquita que nunca foi terminada, com centenas de colunas na esplanada; o Mausoléu de Mohammed V, com guardas reais na entrada; e a Kasbah dos Oudayas, com ruelas azuis e brancas de frente para o mar.
Dica: o centro histórico de Rabat é Patrimônio Mundial da UNESCO e fica muito bem combinado com um almoço na medina.

A cerca de 100 km ao sul, El Jadida guarda a antiga Mazagão, fortaleza construída pelos portugueses no século XVI e Patrimônio Mundial da UNESCO. A atração mais famosa é a Cisterna Portuguesa, com abóbadas góticas refletidas na água, cenário do filme Otelo, de Orson Welles. Para brasileiros, é um pedaço da história luso-brasileira no norte da África.
Dica: caminhe pelas muralhas da cidadela para ver o porto e o Atlântico.
A cerca de 240 km, Marrakech fica a menos de três horas de trem ou carro. Veja a medina, os palácios, o Jardim Majorelle, o Deserto de Agafay e as Montanhas do Atlas na nossa página do guia brasileiro em Marrakech.
Casablanca concentra as sedes de bancos e empresas, o maior porto do Marrocos e o polo financeiro Casablanca Finance City. As principais feiras acontecem no OFEC (Office des Foires et Expositions de Casablanca), pavilhão com cerca de 20 mil m² cobertos, a poucos minutos da Mesquita Hassan II, e em outros centros de eventos da cidade.
Para quem vai a trabalho, indicamos intérpretes de português para francês, árabe e inglês, motorista à disposição durante a feira e guias para os momentos livres.

Móveis, decoração, têxteis, moda e acessórios, com fabricantes e compradores de vários países.
Transporte, logística, frota e mobilidade urbana, com foco nas rotas entre Marrocos, Europa e África.
Cosméticos, beleza e estética, com marcas, distribuidores e profissionais do setor.
Alimentos, bebidas e ingredientes, com compradores do Marrocos e de toda a África.
Material elétrico, iluminação e energias renováveis, como solar e eólica.
Madeira, design de interiores e decoração; marketing digital, e-commerce e tecnologia.
Algumas feiras acontecem a cada dois anos e os meses podem mudar de uma edição para outra. Confira sempre o site oficial do evento e fale com a gente pelo WhatsApp para montar sua agenda.

O Aeroporto Internacional Mohammed V (CMN) é o principal do Marrocos e fica a cerca de 30 km do centro de Casablanca, entre 40 minutos e uma hora de carro, conforme o trânsito. Indicamos transfer com motorista que espera você no desembarque com uma placa com seu nome.
Sim. O Seu Guia Brasileiro indica guias que falam português em Casablanca para city tour, visita à Mesquita Hassan II, bairro Habous e Corniche, bate-voltas a Rabat e El Jadida, além de intérpretes para feiras e transfer com motorista.
Para turismo, brasileiros são isentos de visto por até 90 dias. É preciso passaporte válido, e o recomendado é que ele tenha pelo menos seis meses de validade. Confirme as regras atualizadas antes de embarcar.
Um dia inteiro cobre o essencial: Mesquita Hassan II, Praça Mohammed V, Habous e Corniche. Com dois ou três dias, dá para incluir um bate-volta a Rabat ou El Jadida. Muitos viajantes seguem depois para Marrakech.
Sim. Não muçulmanos podem entrar nas visitas guiadas, oferecidas em vários idiomas fora dos horários de oração. É preciso estar com ombros e joelhos cobertos. Às sextas-feiras a programação muda.
Casablanca tem clima ameno o ano todo por causa do oceano. A primavera (março a maio) e o outono (setembro a novembro) são as épocas mais agradáveis. O inverno tem dias frescos e chuvas ocasionais, e o verão é quente, mas sem os extremos de Marrakech.
A moeda é o dirham marroquino (MAD). Cartões são aceitos em hotéis, restaurantes, shoppings e lojas maiores. Nos souks, táxis e pequenos comércios, leve dinheiro em espécie.
Casablanca é uma cidade grande e movimentada, tranquila com os cuidados normais de qualquer metrópole: atenção a celulares e carteiras em áreas cheias e preferência por táxis e transfers combinados com antecedência. Com um guia que fala português, você circula com mais segurança e evita preços inflacionados.
Conte as datas da sua viagem, se é turismo ou negócios, e o que você quer conhecer. Indicamos o guia, o intérprete ou o transfer certo para você aproveitar Casablanca com tranquilidade e em português.
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