Casa de Mandela, Soweto
Na Vilakazi Street, a única rua do mundo onde moraram dois vencedores do Nobel da Paz: Mandela e Desmond Tutu.
Guia brasileira na África do Sul
A Bia é brasileira, mora na África do Sul e conduz passeios em português por Johannesburgo, Soweto, Cidade do Cabo e pelos parques de safári. Você entende a história do país, recebe dicas de quem vive lá e aproveita cada dia sem se preocupar com o idioma.
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Johannesburgo é a porta de entrada do país e guarda boa parte da história de Nelson Mandela e da luta contra o apartheid. Com a Bia, você visita esses lugares entendendo o que aconteceu ali e segue viagem para as paisagens mais famosas do país.
Explicações, histórias e conversas no seu idioma, do museu ao safári.
Soweto, museus e bairros de Johannesburgo, além de Cidade do Cabo, vinícolas e parques.
Onde comer, como se locomover e o que não deixar de ver em cada lugar.
História, arte e cultura na maior cidade da África do Sul.
Na Vilakazi Street, a única rua do mundo onde moraram dois vencedores do Nobel da Paz: Mandela e Desmond Tutu.
Já na entrada o ingresso separa os visitantes em "brancos" e "não brancos", como na época da segregação.
Bairro revitalizado com prédios históricos, arte de rua, galerias, cafés e mercados.
O "Berço da Humanidade", Patrimônio Mundial da UNESCO, onde foram encontrados fósseis humanos muito antigos.
No Lion & Safari Park você vê leões, zebras e girafas de perto, ideal para quem tem poucos dias em Johannesburgo.
Da Cidade do Cabo aos grandes parques: roteiros para completar a viagem.
A montanha símbolo da Cidade do Cabo, com teleférico e vista para a cidade e o oceano.
O ponto mais a sudoeste do continente africano, com trilhas e mirantes à beira-mar.
A região dos vinhos perto da Cidade do Cabo, com degustações, trilhas e paisagens de montanha.
Um dos maiores parques de safári da África, casa dos famosos "Big Five".
Johannesburgo é a maior cidade da África do Sul e a principal porta de entrada de quem chega do Brasil. É também uma cidade grande e espalhada, com atrações distantes umas das outras e uma história que fica muito mais rica quando alguém explica, em português, o que aconteceu em cada lugar.
Soweto, o apartheid e a trajetória de Nelson Mandela contados no seu idioma, com contexto e detalhes.
Os passeios em Johannesburgo são feitos de carro, e ter alguém que conhece os caminhos faz diferença.
O passeio é montado conforme seus interesses: história, arte, compras, gastronomia ou safári.
Onde comer, onde se hospedar, como se locomover e o que evitar, com a visão de uma brasileira que vive no país.
Cada roteiro pode ser ajustado ao tempo que você tem e ao que mais quer conhecer.
O essencial da história sul-africana em um único dia.
Para ver animais selvagens sem precisar de muitos dias de viagem.
As duas cidades mais visitadas do país, ligadas por um voo doméstico curto.
Johannesburgo fica no Hemisfério Sul, então as estações seguem o mesmo calendário do Brasil. A cidade está a cerca de 1.700 metros de altitude, o que deixa os dias ensolarados e as noites mais frescas durante boa parte do ano.
Dias ensolarados, temperaturas agradáveis e menos chuva. Uma ótima época para passeios pela cidade.
Tempo seco, céu azul e noites frias. A vegetação mais baixa facilita a observação de animais nos safáris.
Os jacarandás florescem e deixam as ruas roxas, principalmente em outubro e novembro.
Dias quentes com pancadas de chuva no fim da tarde e paisagens bem verdes.
Brasileiros não precisam de visto para turismo de até 90 dias. O passaporte deve ter validade mínima além da data de saída e páginas em branco.
A África do Sul pede o Certificado Internacional de Vacinação contra febre amarela de quem sai do Brasil, com a vacina tomada pelo menos 10 dias antes do embarque.
A moeda é o rand sul-africano (ZAR). Cartões de crédito são aceitos na maioria dos hotéis, restaurantes e lojas.
Johannesburgo fica 5 horas à frente de Brasília durante todo o ano.
O padrão sul-africano tem pinos redondos e grossos, diferente do brasileiro. Leve um adaptador universal.
O Aeroporto Internacional O.R. Tambo é a principal entrada do país. O trem Gautrain liga o aeroporto aos bairros de Sandton e Rosebank.
As regras de entrada podem mudar. Antes de viajar, confira as exigências atualizadas no site do Consulado da África do Sul.
A maioria dos turistas se hospeda em Sandton ou Rosebank, bairros com hotéis, shoppings e restaurantes e com acesso ao trem Gautrain. Em Sandton fica a Nelson Mandela Square, com a famosa estátua de Mandela.
Sim. A Bia é brasileira, mora na África do Sul e faz passeios em português por Johannesburgo, Soweto, Cidade do Cabo e pelos parques de safári. O contato é feito pelo WhatsApp.
Sim. Além de Johannesburgo, a Bia conhece bem a Cidade do Cabo e outros destinos do país, como Stellenbosch, o Cabo da Boa Esperança e os parques de safári.
Dois a três dias costumam ser suficientes para conhecer Soweto, o Museu do Apartheid e bairros como Maboneng, além de fazer um safári perto da cidade.
Com cuidados básicos, sim. O recomendado é circular de carro, com guia ou transfer, evitar andar a pé à noite pelo centro e não exibir objetos de valor. Uma guia local ajuda a escolher os melhores horários e caminhos.
Não, para turismo de até 90 dias. É necessário apresentar o Certificado Internacional de Vacinação contra febre amarela. Confira as regras atualizadas com o consulado antes de viajar.
Sim. O Lion & Safari Park fica perto da cidade, o Parque Nacional Pilanesberg pode ser visitado em bate-volta e o Parque Kruger é a opção para quem tem mais dias.
Fizemos um tour maravilhoso com nossa guia Bia na África do Sul.
Ela foi minha guia também! Maravilhosa 😍 Conhece tudo! Cada dica importante! Tornou meus dias em Cape Town ainda mais incríveis!
Muito receptiva. Alegre. Paciente. Com grande conhecimento. Excelente. Super recomendo!
Muito atenciosa e ótima conhecedora dos locais turísticos em Cape Town e toda a África do Sul.
Conte quantos dias você terá, quais lugares quer conhecer e se vai seguir para a Cidade do Cabo ou para um safári. A Bia ajuda a montar o roteiro ideal para a sua viagem.
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