Indicamos guias que falam português para você conhecer os mosteiros suspensos de Meteora: visitas aos seis mosteiros, mirantes do pôr do sol, trilhas, cavernas de eremitas e transfer saindo de Atenas ou Tessalônica.
Falar no WhatsAppMeteora significa "suspenso no ar". Na região da Tessália, no centro da Grécia, monges construíram mosteiros no topo de pilares de rocha com centenas de metros de altura. Cada mosteiro fecha em um dia diferente da semana e os horários mudam entre verão e inverno. Com um guia brasileiro indicado por nós, você monta o roteiro certo, entende a história ortodoxa e aproveita os melhores mirantes.
Grande Meteoro, Varlaam, Santíssima Trindade, Roussanou, Santo Estêvão e São Nicolau, na ordem que encaixa nos horários.
Os pontos de onde se vê os mosteiros e o vale dourado no fim da tarde.
Caminhos antigos entre as rochas e as cavernas onde viviam os primeiros monges eremitas.
De Atenas, Tessalônica ou da estação de Kalambaka até o hotel, com paradas no caminho.


Fundado no século XIV por Santo Atanásio, o Meteorita, o Grande Meteoro é o mosteiro mais antigo em funcionamento, o maior e o mais alto do conjunto. A igreja principal tem afrescos bizantinos impressionantes e o complexo guarda um museu com manuscritos, ícones, a antiga cozinha dos monges e a adega.
O acesso é por uma escadaria de cerca de 300 degraus esculpidos na rocha. É também o mosteiro mais procurado pelos ônibus de excursão, por isso um guia brasileiro ajuda a chegar cedo, antes do movimento, e a encaixá-lo no dia em que estiver aberto.

Erguido no século XVI pelos irmãos Teófanes e Nectário, o Varlaam guarda a torre com o guincho e a rede que, por séculos, foram a única forma de subir pessoas e mantimentos até o topo da rocha. Lá dentro estão afrescos pós-bizantinos de grande valor e um enorme barril de madeira usado para armazenar água.

Isolado no alto de um rochedo, o Mosteiro da Santíssima Trindade (Agia Triada) é a imagem mais famosa de Meteora. Ficou conhecido no mundo todo ao aparecer no filme 007 – Somente Para Seus Olhos, de 1981.
A subida tem cerca de 140 degraus a partir da estrada, com mirantes no caminho. Do terraço se vê a cidade de Kalambaka e o vale do rio Peneu. Bem perto fica um dos mirantes mais disputados para o pôr do sol, que o guia encaixa no fim do dia.

Dois deles são conventos de freiras. Cada um tem um caráter próprio e todos podem ser combinados em um roteiro de dois dias.

Convento de freiras do século XVI que ocupa o topo inteiro de um rochedo baixo, com acesso por pontes. Tem afrescos coloridos e jardins bem cuidados.
Convento de freiras
Também convento de freiras, ligado à estrada por uma ponte, sem escadarias. É o mais fácil de visitar e tem vista aberta sobre Kalambaka.
Acesso sem escadas
Pequeno e construído em vários andares sobre um pilar estreito. Guarda afrescos do século XVI do mestre Teófanes, o Cretense.
Primeiro na estradaAs rochas de Meteora se formaram há milhões de anos e criam uma paisagem única na Europa, que vale a pena explorar também fora dos mosteiros.

O fim de tarde pinta o céu e as rochas de dourado. O guia leva aos mirantes certos para ver os mosteiros iluminados e fugir da multidão.
Imperdível
Caminhos usados pelos monges ligam Kastraki e Kalambaka aos mosteiros. Pelo caminho aparecem as cavernas onde viviam os eremitas antes dos mosteiros.
Para quem gosta de caminhar

As duas cidadezinhas na base das rochas são a base de quem visita Meteora. Kastraki é uma vila pequena e charmosa, encaixada entre os pilares, com pousadas, tavernas de comida grega e acesso a pé às trilhas dos mosteiros.
Kalambaka é maior e concentra a estação de trem, os hotéis e os restaurantes, além da igreja bizantina da Dormição da Virgem. O guia brasileiro indica a melhor região para o seu perfil de viagem e combina a hospedagem com o roteiro.

Meteora não tem aeroporto. De Atenas são cerca de 4 horas de carro, e de Tessalônica cerca de 3 horas. Também há trem até a estação de Kalambaka, na base das rochas. Indicamos transfer com motorista que fala português, saindo do aeroporto, do hotel ou da estação, com possibilidade de parar em Delfos ou nas Termópilas no caminho.
Ombros cobertos para todos, calça comprida para homens e saia longa para mulheres. Na entrada costumam emprestar saias.
Cada mosteiro fecha um dia da semana. O horário é mais longo de abril a outubro e mais curto de novembro a março.
Cada mosteiro cobra uma entrada separada, paga em espécie. Crianças até 12 anos não pagam.
A maioria tem degraus esculpidos na rocha. Use tênis confortável e leve água, principalmente no verão.
Chegada a Kalambaka, Grande Meteoro bem cedo e Varlaam em seguida.
Almoço em Kastraki, Roussanou e pôr do sol em um dos mirantes.
Trilha das cavernas de eremitas e visita a São Nicolau Anapafsas.
Santíssima Trindade, Santo Estêvão e igreja bizantina de Kalambaka.
Sim. O Seu Guia Brasileiro indica guias e motoristas que falam português em Meteora, para visita aos mosteiros, mirantes do pôr do sol, trilhas e transfer saindo de Atenas ou Tessalônica.
Dá, mas o dia fica longo: são cerca de 4 horas de estrada em cada sentido. O ideal é dormir pelo menos uma noite em Kalambaka ou Kastraki para ver o pôr do sol e visitar os mosteiros com calma.
Normalmente de dois a quatro por dia. Como cada mosteiro fecha em um dia diferente da semana, o guia monta o roteiro de acordo com os dias abertos.
Ombros cobertos para todos, calça comprida para homens e saia longa para mulheres. Quem não estiver de acordo não entra, mas a maioria dos mosteiros empresta saias na entrada.
Primavera e outono têm temperatura agradável e menos movimento. O verão é quente e mais cheio; no inverno faz frio, pode nevar e os horários dos mosteiros são mais curtos.
Não. Brasileiros entram na Grécia sem visto para turismo de até 90 dias, com passaporte válido.