
Seu Guia BrasileiroGuia brasileiro em Pequim
Indicamos guias e intérpretes brasileiros em Pequim para os dois tipos de viagem: o turismo clássico, da Grande Muralha à Cidade Proibida, e o turismo de negócios, com feiras, fábricas e reuniões com fornecedores.
Pequim é capital imperial e centro político e econômico ao mesmo tempo. As duas viagens pedem roteiros, bairros e profissionais diferentes, e esta página separa uma da outra.

Pequim tem seis séculos como capital imperial, quinze milhões de metros quadrados de patrimônio tombado e uma escala que engana: o que parece perto no mapa costuma ficar a quarenta minutos de metrô.
Um guia brasileiro resolve o idioma, os ingressos que só saem com reserva antecipada e a ordem certa das visitas, para você não gastar o dia em fila. Nós indicamos o profissional, e você combina o passeio diretamente com ele. Valores a consultar.
O clássico de Pequim em um dia, no seu ritmo, com a história contada em português.
O passeio mais desejado da China, com escolha do trecho conforme o seu fôlego e o tempo disponível.
Palácios, templos e jardins das dinastias Ming e Qing, com o contexto histórico explicado.
Os becos tradicionais, os pátios e o cotidiano da cidade longe dos cartões-postais.
Antiguidades, pérolas, chá, seda e lembranças, com ajuda para pechinchar e conferir o que vale a pena.
Pato laqueado, hotpot, comida de rua e cozinha regional, sem o risco de pedir errado no cardápio.
Várias atrações só entram com reserva antecipada e passaporte, feita em sites em chinês.
Roteiros com ritmo folgado, menos escadarias e mais pausas, ajustados a quem viaja.
Aeroportos da Capital e de Daxing, estações de trem-bala e translado entre as atrações.


Agrupadas por tipo e por região, que é como o roteiro é montado na prática: pontos próximos entram no mesmo dia.

A Grande Muralha
O trecho mais procurado por quem tem pouco tempo: bem restaurado, com teleférico, menos lotado que Badaling e a cerca de duas horas do centro.
O trecho mais famoso e o mais fácil de alcançar, ligado ao centro por trem. Fica cheio em fins de semana e feriados.
Para quem quer caminhar de verdade, com trechos originais, poucas pessoas e vistas abertas.
De manhã cedo e fora dos feriados nacionais. No inverno é gelado, mas vazio e bonito.
O centro imperial
O palácio das dinastias Ming e Qing, com quase mil edificações. A entrada exige reserva antecipada com passaporte.
A praça central da cidade, diante da entrada do palácio, com controle de acesso e revista.
Templos e parques onde os imperadores faziam as oferendas pela colheita. De manhã, os moradores praticam tai chi ali.
Palácio, lago e jardins a noroeste da cidade, a melhor opção para um fim de tarde tranquilo.
Bairros e vida urbana
Os becos tradicionais de casas baixas com pátios internos. Nanluoguxiang é o mais movimentado; os vizinhos, bem mais calmos.
Antiga fábrica de eletrônicos transformada em polo de galerias, cafés e estúdios de design.
O Ninho do Pássaro e o Cubo d’Água, especialmente bonitos à noite, com iluminação.
As áreas de compras e restaurantes mais conhecidas, boas para o fim do dia.
Mercados e compras
Mercado de antiguidades, caligrafia, carimbos, porcelana e artesanato, mais movimentado nos fins de semana.
Conhecido pelo mercado de pérolas, eletrônicos e lembranças, em frente ao Templo do Céu.
A rua do chá, com centenas de lojas de chá verde, pu-erh e utensílios para a cerimônia.
Rua de pedestres com lojas de departamento, livrarias e a rua de comida ao lado.
Onde comer
O prato símbolo da cidade, fatiado na mesa e servido com panquecas finas, cebolinha e molho.
Panela quente no meio da mesa, em que cada um cozinha os próprios ingredientes. É a refeição social por excelência.
A panqueca salgada de rua, servida no café da manhã em carrinhos por toda a cidade.
Restaurantes de todas as províncias: Sichuan, Cantão, Xinjiang e Yunnan, entre outras.


Modelos de partida, não pacotes fechados. Cada um é ajustado com o guia indicado antes da chegada. Valores a consultar.

A capital concentra as feiras setoriais de peso do norte da China, os escritórios das estatais e as câmaras de comércio, em quatro centros de exposições espalhados por distritos diferentes.
O intérprete brasileiro traduz, anota o que foi combinado e evita o mal-entendido que custa caro em pedido mínimo, prazo e amostra. Nós indicamos o profissional, e você combina o serviço diretamente com ele. Valores a consultar.
O intérprete fica com você nos dias de feira, nos estandes e nas reuniões, traduzindo e anotando o que foi combinado.
Agendamento e acompanhamento nas visitas a fornecedores em Pequim, Tianjin e na província de Hebei.
Ajuda para entender cotações, pedido mínimo, prazos de produção, amostras e formas de pagamento.
Reuniões com fornecedores, escritórios, câmaras de comércio e órgãos oficiais, em português e mandarim.
Pequim concentra atacado de roupas, acessórios, artigos de escritório e chá em áreas específicas.
Tianjin fica a cerca de 30 minutos de trem-bala, e Xangai a menos de cinco horas.
Aeroportos, estações e traslado diário do hotel até o centro de exposições, que pode ficar longe.
Chip e internet, aplicativos de pagamento, metrô e táxi: o que costuma travar nas primeiras horas.
Atendimento para equipes de compras, associações comerciais e grupos de empresários.


As feiras abaixo se repetem sempre por volta dos mesmos meses. As datas exatas mudam a cada edição, então trate os meses como referência para planejar passagem, hotel e intérprete com antecedência.

A maior feira de petróleo, gás e petroquímica da Ásia, com equipamentos de perfuração, tubulação, válvulas, bombas e automação.
Novo Centro Internacional de Exposições (Shunyi)Aquecimento, ventilação, ar-condicionado, bombas de calor, aquecimento de piso e saneamento, com os grandes fabricantes chineses do setor.
Novo Centro Internacional de Exposições (Shunyi)Um dos maiores salões do mundo, palco dos lançamentos dos carros elétricos chineses. Alterna entre Pequim, nos anos pares, e Xangai, nos ímpares. É vitrine de marca, não feira de compras.
Centro Internacional de Exposições da ChinaTornos, centros de usinagem, comando numérico, ferramentas de corte e metalurgia. É a feira de máquinas mais importante do norte da China.
Centro Internacional de Exposições (Shunyi)Feira nacional dedicada a cadeias de fornecimento: logística, componentes, agricultura, energia limpa, saúde e vida digital.
Centro Internacional de Exposições (Shunyi)A maior feira editorial da China, voltada a direitos autorais, coedições, livros infantis e impressão gráfica.
Centro Nacional de Convenções, Parque OlímpicoRobôs industriais, humanoides, automação e inteligência artificial aplicada à indústria, com demonstrações ao vivo.
Beijing Etrong International Exhibition CenterUma das quatro feiras de nível nacional da China. Serviços financeiros, logística, tecnologia, saúde, educação, turismo e cultura.
Parque Shougang e Centro Nacional de ConvençõesArmações, lentes, óculos de sol e equipamento oftálmico, em um evento de porte navegável, bom para óticas e importadores.
Centro Internacional de Exposições da ChinaMedicamentos, fitoterápicos, suplementos, embalagens e equipamentos para a indústria farmacêutica e para a distribuição.
Centro Internacional de Exposições da China
O Centro Internacional de Exposições da China tem dois endereços: o antigo, em Chaoyang, perto do centro, e o novo, em Shunyi, ao lado do aeroporto da Capital, que recebe as feiras industriais grandes. O Centro Nacional de Convenções fica no Parque Olímpico, e o Parque Shougang, uma antiga siderúrgica reaproveitada, sedia a feira de serviços. Saber em qual deles é a sua feira muda a escolha do hotel e o tempo de deslocamento diário, que pode passar de uma hora.
Quem já está no país costuma emendar outra cidade na mesma passagem, aproveitando a malha de trem-bala.
Cidade portuária a cerca de 30 minutos de trem-bala, com feiras industriais próprias e muitos fornecedores.
Menos de cinco horas de trem-bala ou duas horas de voo. A Canton Fair, em Guangzhou, acontece em abril e outubro, e o salão do automóvel alterna com Xangai nos anos ímpares.
Três formatos comuns entre os brasileiros que vão a Pequim a trabalho. Tudo ajustado com o profissional indicado.

O Seu Guia Brasileiro não é agência nem trading: indicamos guias, intérpretes e serviços de transfer em Pequim, tanto para quem vai passear quanto para quem vai a feiras e fornecedores.
Pequim em português, da Grande Muralha à mesa de negociação.Seu Guia Brasileiro
Em Pequim, três coisas decidem o ritmo da viagem: onde você dorme, quais ingressos precisam de reserva e em qual aeroporto o voo pousa.

Dongcheng deixa a Cidade Proibida e os hutongs a pé, ideal para turismo. Chaoyang concentra hotéis internacionais, restaurantes e o distrito de negócios. Shunyi fica perto do aeroporto da Capital e do pavilhão novo, bom em semana de feira industrial.
Três dias para o roteiro clássico, mais um dia inteiro para a Grande Muralha. A trabalho, dois dias por feira grande e um para fábricas. Quem junta as duas coisas costuma ficar de seis a sete dias.
Ingressos com agendamento, como o da Cidade Proibida, credenciamento na feira, cartão de embarque digital exigido na chegada, chip ou eSIM, pagamento por celular e a reserva do guia ou intérprete.
Seis pontos que aparecem em quase toda conversa antes da viagem. As regras de entrada na China mudam com frequência: confirme nos canais oficiais perto da data.

Brasileiros com passaporte comum entram na China sem visto para viagens de turismo, negócios, visita ou trânsito de até 30 dias. A regra em vigor vale até 31 de dezembro de 2026 e costuma ser prorrogada, mas precisa ser confirmada antes de cada viagem. Acima de 30 dias, o visto consular continua obrigatório.
Não há voo direto do Brasil. O caminho comum é uma conexão pelo Oriente Médio, Europa ou África até um dos dois aeroportos da cidade: o da Capital, mais perto do centro, e o de Daxing, ligado ao centro por trem expresso.
Quase tudo é pago pelo celular, com QR code. Os aplicativos chineses aceitam cartão internacional, e vale deixar isso configurado antes de embarcar. Cartão estrangeiro na maquininha falha com frequência.
Vários serviços ocidentais não abrem na China. A saída mais simples é um chip internacional ou eSIM com roaming, que mantém suas contas funcionando normalmente.
O mandarim domina tudo, inclusive placas e cardápios, e o inglês resolve pouco fora dos hotéis e das feiras internacionais. É o principal motivo para ter alguém que fale português ao lado.
O metrô é enorme, barato e sinalizado também em inglês, com revista de bagagem na entrada das estações. Táxi por aplicativo funciona bem, mas o endereço precisa ir em chinês.
Diferente do sul da China, Pequim tem quatro estações bem marcadas. Setembro e outubro são os melhores meses, e também os mais cheios de feiras.

O básico para chegar preparado. Confirme câmbio, regras de entrada e credenciamento perto da data da viagem.
Yuan (renminbi). O pagamento é quase todo por QR code no celular, com cartão internacional vinculado ao aplicativo.
11 horas à frente de Brasília. A primeira noite costuma ser de sono trocado.
220 V, com pinos chatos em ângulo no padrão local. Um adaptador universal resolve.
Uma das maiores redes do mundo, barata e sinalizada em inglês, com revista de bagagem na entrada de cada estação.
O da Capital, a nordeste, e o de Daxing, ao sul. Confira em qual deles o seu voo pousa antes de reservar o hotel.
A Cidade Proibida e outras atrações exigem reserva antecipada com passaporte. Hotéis registram estrangeiros no check-in.
Tianjin em cerca de 30 minutos, Xangai em menos de cinco horas. Os bilhetes saem com o número do passaporte.
Ano-Novo chinês, no fim de janeiro ou em fevereiro, e a primeira semana de outubro param boa parte do comércio.
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Três dias cobrem a Cidade Proibida, o Templo do Céu, os hutongs e um dia inteiro na Grande Muralha. Com cinco, entram o Palácio de Verão, o Distrito 798 e os mercados, sem correria.
Mutianyu é o mais equilibrado: bem restaurado, com teleférico e menos gente. Badaling é o mais fácil de alcançar e o mais cheio, e Jinshanling é para quem quer caminhar longe das multidões.
Sim para várias atrações, entre elas a Cidade Proibida, que exige reserva antecipada com o número do passaporte, em sites em chinês. O guia indicado orienta sobre isso.
Dentro de cada área, sim, mas as distâncias entre as atrações são grandes. O metrô resolve boa parte e o táxi por aplicativo completa, desde que o endereço vá em chinês.
Sim, desde que o roteiro seja ajustado: trechos de Muralha com teleférico, menos escadarias por dia e mais pausas. Informe as idades ao pedir a indicação.
As mais procuradas são a cippe, de petróleo e gás, e a ISH China, de climatização, em março; o Auto China e a CIMT, em abril; a CISCE e a feira do livro, em junho; a conferência de robótica, em agosto; a CIFTIS e a feira de ótica, em setembro; e a Pharmchina, em outubro.
Os meses se repetem, mas os dias exatos mudam a cada edição e às vezes o local também. Vale confirmar o calendário quando começar a planejar a viagem.
Não. O Auto China alterna entre Pequim, nos anos pares, e Xangai, nos ímpares. A CIMT, de máquinas-ferramenta, é bienal e acontece nos anos ímpares.
Quase todas exigem cadastro prévio de visitante profissional, com dados da empresa e passaporte. O intérprete indicado orienta sobre o que preparar.
Pequim é forte em feiras setoriais, tecnologia e negociação institucional. Para compras de volume, muitos brasileiros combinam a viagem com Guangzhou, Yiwu ou Shenzhen.
Sim. Indicamos guias e intérpretes brasileiros, com atendimento em português do primeiro contato até o fim da viagem.
Depende do perfil. Para feiras e reuniões técnicas, indicamos intérpretes acostumados ao vocabulário do setor; para passeios, guias com foco em história e cultura.
Sim, dos aeroportos da Capital e de Daxing, das estações de trem-bala e do hotel até o centro de exposições.
Sim, de famílias a delegações de empresários. Para grupos maiores, dá para colocar mais de um profissional.
Os valores variam conforme os dias, a carga horária, o número de pessoas e o tipo de trabalho, e são combinados diretamente com o profissional indicado.
Atualmente não, para viagens de negócios, turismo, visita ou trânsito de até 30 dias, com passaporte comum. A regra vale até 31 de dezembro de 2026 e deve ser confirmada antes de embarcar.
Pelo celular, com QR code. Os aplicativos chineses aceitam cartão internacional, e o ideal é deixar tudo configurado ainda no Brasil.
Setembro e outubro têm o melhor clima, seguidos de abril e maio. Evite a primeira semana de outubro e o Ano-Novo chinês, quando tudo lota ou fecha.
Pelo WhatsApp, informando as datas da viagem, se é passeio, feira ou os dois, quantas pessoas viajam e o que gostaria de fazer.

Envie as datas da viagem e diga se é passeio, feira ou os dois. Indicamos o guia ou intérprete brasileiro certo para o seu caso, sem compromisso.
Seu Guia Brasileiro, guia brasileiro em PequimPágina informativa publicada pelo portal Seu Guia Brasileiro. Indicamos guias, intérpretes e serviços de transfer; os serviços são prestados diretamente pelos profissionais indicados, e valores, disponibilidade e condições são combinados com eles. Datas de feiras, ingressos, regras de entrada na China e exigências de credenciamento mudam com frequência: confirme nos canais oficiais antes da viagem.