Atendimento em português para brasileiros na cidade portuária que abriu o Japão para o mundo — a orla de Minato Mirai, a maior Chinatown do país, os casarões ocidentais de Yamate e jardins japoneses, com roteiros privativos montados de acordo com o seu ritmo e os seus interesses.
Yokohama é a segunda cidade mais populosa do Japão, com cerca de 3,7 milhões de habitantes, e foi um dos primeiros portos abertos ao comércio exterior, em 1859. Dessa história nasceram a maior Chinatown do país, o antigo bairro dos estrangeiros em Yamate e uma orla moderna que está entre as vistas noturnas mais bonitas do Japão.
As atrações se dividem entre bairros bem diferentes — Minato Mirai, Kannai, Chinatown, Yamate, Honmoku e Shin-Yokohama — ligados por trens, metrô, ônibus e até barcos e teleférico. Muita gente visita a cidade num bate-volta a partir de Tóquio e acaba vendo só a orla. Fora dos pontos turísticos, poucas pessoas falam inglês, e quase ninguém fala português.
O Guia Brasileiro em Yokohama oferece transfers, city tours e passeios privativos, com serviços 100% customizados. O atendimento em português ajuda desde a escolha da melhor ordem para percorrer a orla até a explicação da história por trás de cada rua, cais e jardim.
Yokohama fica a cerca de 30 minutos de trem de Tóquio e é a porta de entrada para Kamakura e Hakone. Se a sua viagem começa pela capital, conheça também o nosso Guia Brasileiro em Tóquio; se vai seguir de trem-bala para o oeste, veja o Guia Brasileiro em Quioto.
A orla, Chinatown, Yamate e os jardins da cidade visitados no seu ritmo, com a ordem pensada para aproveitar a luz do dia e a vista noturna da baía.
Se você já sabe o que quer ver, o roteiro agrupa atrações próximas e combina museus, gastronomia e compras no mesmo dia.
Ideal para a primeira visita: Minato Mirai, os armazéns de tijolos vermelhos, o cais de Osanbashi e Chinatown reunidos em um único passeio em português.
Deslocamentos entre os aeroportos de Haneda (HND) e Narita (NRT), as estações de Yokohama e Shin-Yokohama, hotéis e os terminais de cruzeiro da cidade.
Kamakura, Enoshima e Hakone ficam a curta distância de Yokohama. O guia organiza bilhetes, conexões e horários de trem para você.
Montar o seu próprio lámen instantâneo, provar lámen de várias regiões do Japão, comer em Chinatown e jantar com vista para a baía — tudo escolhido de acordo com o seu perfil.
Um dia inteiro já mostra o essencial da orla. Com dois dias você conhece também o lado histórico da cidade, e com três ou mais dá para incluir bate-voltas a Kamakura, Enoshima ou Hakone.
Comece em Sakuragicho e suba ao mirante da Landmark Tower, siga pela orla até os armazéns de tijolos vermelhos e o cais de Osanbashi, passe pelo Parque Yamashita e termine jantando em Chinatown. É o bate-volta clássico para quem está hospedado em Tóquio.
Dia 1: orla — Minato Mirai, Cup Noodles Museum, armazéns de tijolos vermelhos, Osanbashi e Chinatown à noite.
Dia 2: história e jardins — Sankeien, os casarões de Yamate, a rua comercial de Motomachi e os prédios antigos de Kannai.
Com três dias ou mais dá para incluir o Museu do Lámen em Shin-Yokohama, a ilha de Hakkeijima e um bate-volta a Kamakura e Enoshima ou a Hakone. Em 2027, reserve também um dia para a GREEN×EXPO.
Yokohama tem as quatro estações bem definidas e um calendário cheio de eventos na orla. Lembre-se de que as estações no Japão são o inverso das do Brasil. Escolha uma estação para ver o que esperar.
A floração das cerejeiras costuma acontecer entre o fim de março e o início de abril, com destaque para as margens do rio Ooka e o jardim Sankeien. Em 2027, a primavera marca também a abertura da GREEN×EXPO, a exposição internacional de horticultura, em 19 de março.
Junho traz a estação das chuvas (tsuyu), e julho e agosto são quentes e muito úmidos. Em compensação, o começo de junho tem o festival de aniversário da abertura do porto, e o verão é a época dos fogos de artifício sobre a baía.
A partir de outubro o clima fica agradável e o céu costuma ser mais limpo. Em novembro, as alamedas de ginkgo perto do Parque Yamashita ficam amarelas e o Sankeien ganha folhas vermelhas. É também quando os armazéns de tijolos vermelhos recebem sua festa da cerveja no estilo alemão.
O inverno é frio e seco, mas raramente neva. Dezembro traz iluminações pela orla e o mercado de Natal dos armazéns de tijolos vermelhos, e entre janeiro e fevereiro Chinatown celebra o Ano-Novo Chinês com desfiles e lanternas.
Sim. Yokohama é uma cidade segura, limpa e bem organizada, com transporte pontual e uma orla fácil de percorrer a pé. Os desafios são a barreira do idioma, as regras de etiqueta japonesas e a logística de combinar a cidade com Tóquio, Kamakura ou Hakone na mesma viagem.
Entrada no Japão: brasileiros com passaporte comum com chip eletrônico podem entrar no Japão sem visto para turismo ou negócios por até 90 dias. A isenção foi prorrogada até 29 de setembro de 2029. Quem tem passaporte antigo, sem chip, ainda precisa de visto. Antes de embarcar, preencha o Visit Japan Web para agilizar imigração e alfândega. O Japão também planeja criar, até o fim de 2028, uma autorização eletrônica de viagem (JESTA) para visitantes isentos de visto.
Vacinas e saúde: não há vacina obrigatória para entrar no Japão vindo do Brasil. O seguro-viagem não é exigido, mas é muito recomendado, porque atendimento médico no Japão é caro para estrangeiros.
Etiqueta: fale baixo e evite ligações no transporte público, não dê gorjeta — no Japão, ela pode até ser recusada — e jogue o lixo no hotel, porque há poucas lixeiras nas ruas. Em Chinatown, onde se compra muita comida de rua, prefira comer perto da barraca em vez de andar comendo.
Raízes nipo-brasileiras: Yokohama foi um dos portos de onde partiam navios de emigrantes japoneses. Em Minato Mirai, o Museu da Emigração Japonesa (JICA Yokohama) conta cerca de 150 anos de história da emigração japonesa para as Américas — uma visita especial para quem tem família nikkei.
O Guia Brasileiro em Yokohama ajuda justamente nesses pontos: organiza horários e deslocamentos, faz a ponte com restaurantes, museus e hotéis em japonês e explica os costumes locais para que você aproveite a cidade com tranquilidade e respeito.
Grande parte do charme de Yokohama está na história que não aparece à primeira vista. Foi daqui que partiu, em 1872, a primeira ferrovia do Japão, rumo a Tóquio; foi aqui que se acenderam os primeiros lampiões a gás do país e que circulou o primeiro jornal diário em japonês. Sem esse contexto, a cidade pode parecer apenas um bairro moderno à beira-mar.
Contratar um guia evita idas e vindas desnecessárias entre bairros, ajuda a escolher os museus e experiências que combinam com você e resolve situações que costumam travar os visitantes, como cardápios só em japonês, reservas de restaurantes e compra de bilhetes de trem.
Para quem visita o Japão pela primeira vez, viaja com crianças ou pessoas idosas, chega de cruzeiro com poucas horas em terra ou tem só um dia a partir de Tóquio, contar com o Guia Brasileiro em Yokohama costuma fazer diferença real no aproveitamento do tempo e na experiência como um todo.
Yokohama combina uma orla moderna, bairros que guardam a história da abertura do porto, museus divertidos e jardins japoneses, organizados abaixo por tipo de experiência.
O bairro planejado à beira da baía reúne arranha-céus, shoppings, museus e calçadões. O mirante Sky Garden, no 69º andar da Landmark Tower, mostra a cidade inteira e, em dias limpos, o Monte Fuji. Ao lado fica o parque de diversões Cosmo World, com a roda-gigante Cosmo Clock 21.
Dois armazéns de tijolos construídos no início do século XX para a alfândega do porto, hoje ocupados por lojas, restaurantes e espaços de eventos. A praça em frente recebe feiras ao longo do ano, como o mercado de Natal.
O terminal internacional de passageiros tem um terraço de madeira no teto, com ondulações que lembram o dorso de uma baleia, aberto ao público. Dali se vê a Bay Bridge de um lado e o horizonte de Minato Mirai do outro.
Parque à beira-mar construído com os escombros do grande terremoto de Kanto, de 1923. Ancorado ao lado está o Hikawa Maru, transatlântico de 1930 aberto à visitação, e do outro lado da rua fica a Marine Tower, com mirante.
Teleférico que sai da estação de Sakuragicho e cruza o canal até a área dos armazéns de tijolos vermelhos, numa viagem curta com vista para a roda-gigante e os prédios de Minato Mirai.
A maior Chinatown do Japão, com portais decorados, os templos Kanteibyo e Masobyo e centenas de restaurantes e barracas de comida de rua, como pãezinhos recheados no vapor e xiaolongbao.
Na colina de Yamate moravam os estrangeiros que chegaram com a abertura do porto. Hoje há casarões ocidentais abertos à visitação, o Cemitério Estrangeiro e o parque Minato-no-Mieru-Oka, com vista para a Bay Bridge. Aos pés da colina fica Motomachi, rua de lojas e cafés.
Jardim criado por Hara Sankei, comerciante de seda, e aberto ao público em 1906. Reúne casas de chá, templos e residências históricas trazidas de Quioto, Kamakura e outras regiões, incluindo uma pagoda de três andares sobre a colina.
Ruas com prédios de estilo ocidental, lampiões a gás e as três torres apelidadas de "Rei", "Rainha" e "Valete": a sede do governo de Kanagawa, a Alfândega de Yokohama e o Salão Memorial da Abertura do Porto.
Museu dedicado à história da emigração japonesa para as Américas, com fotos, documentos e objetos de famílias que cruzaram o oceano — muitas delas rumo ao Brasil. Fica no segundo andar do prédio da JICA, perto dos armazéns de tijolos vermelhos.
Museu sobre a invenção do lámen instantâneo por Momofuku Ando, onde você decora o seu próprio copo, escolhe os ingredientes e leva para casa um lámen instantâneo personalizado.
Um cenário que recria as ruas do Japão do fim dos anos 1950, com lojas de lámen de várias regiões do país. Fica perto da estação do trem-bala, ótimo para quem está chegando ou partindo.
Uma das maiores maquetes ferroviárias do mundo, com trens em miniatura de várias épocas circulando por cidades e paisagens detalhadas. Faz sucesso com crianças e com quem é fã de trens.
Antiga capital dos xoguns, com o Grande Buda de bronze de Kotoku-in, o santuário Tsurugaoka Hachimangu e o templo Hase-dera. De lá, o trenzinho Enoden segue pela costa até a ilha de Enoshima.
Região de montanha famosa pelas águas termais (onsen), pelo lago Ashi e pelas vistas do Monte Fuji em dias limpos. Pode ser um bate-volta longo ou uma noite em ryokan.
Ilha no sul de Yokohama com aquários, brinquedos e passeios à beira-mar — um dia completo para famílias com crianças.
Exposição internacional de horticultura com jardins, pavilhões de dezenas de países e milhões de plantas e flores, instalada numa antiga área de comunicações nos bairros de Seya e Asahi, em Yokohama.
A moeda é o iene (JPY). Cartões são amplamente aceitos em Minato Mirai, mas barracas de Chinatown e pequenos restaurantes ainda preferem dinheiro. Caixas eletrônicos de lojas de conveniência aceitam cartões internacionais.
Trens JR, a linha Minatomirai, o metrô e ônibus cobrem a cidade, e barcos turísticos ligam a estação de Yokohama à orla. Cartões recarregáveis como Suica e PASMO facilitam tudo.
O Japão usa tomadas tipo A (dois pinos chatos) e voltagem de 100V. Leve adaptador e confira se seus aparelhos são bivolt.
O idioma é o japonês. Nas atrações há sinalização em inglês, mas fora delas a comunicação pode ser difícil, especialmente em restaurantes locais.
Quatro estações bem marcadas: verão quente e úmido, inverno frio e seco com pouca neve, primavera e outono amenos e muito agradáveis para caminhar pela orla.
Isenção de visto por até 90 dias para brasileiros com passaporte com chip, válida até 29/09/2029. Não há vacina obrigatória de entrada.
Yokohama está 12 horas à frente de Brasília. Quando é meio-dia no Brasil, já é meia-noite no Japão.
Desde julho de 2026, a taxa de saída do Japão é de ¥3.000, já incluída na passagem. Em setembro de 2026, Yokohama não cobrava taxa municipal de hospedagem. A partir de novembro de 2026, o tax free passa a funcionar por reembolso no aeroporto.
Transfers, city tour e passeios privativos — serviços customizados em Yokohama e arredores
Localização
"Yokohama é onde o Japão abriu as portas para o mundo. Com um guia brasileiro ao lado, cada cais, rua e jardim ganha história e significado."